Artigo de opinião: Na direção certa

A política pública para a cadeia produtiva da soja e do milho adotada pelo Governo de Goiás para produção, industrialização e exportação, nos parece boa e segue na direção certa, pois equilibra a cadeia de produção como um todo – agricultura, indústria de alimentos e bebidas, processamento, fábricas de rações, avicultura, suinocultura, bovinocultura de corte e de leite, principal objetivo de todo sistema de produção.

É importante destacar que a regra que define procedimentos para a exportação de soja em grãos pelas tradings e indústrias instaladas em Goiás vigora desde 2006. As mudanças recentemente implementadas pelo governo goiano, com a edição do Decreto nº 8.548/16 e a Portaria 126/16-GSF de 07.06.16, buscam aperfeiçoar as operações comerciais com soja e milho em grãos, equilibrando produção, mercado e abastecimento interno.

O equilíbrio se dá com a conciliação mais racional da exportação, com o abastecimento interno e a segurança necessária aos investimentos tanto da produção no campo, quanto para as diversas indústrias que têm a soja e o milho como insumos ou matérias-primas, fazendo com que Goiás permaneça na dianteira nacional da produção e exportação destas commodities.

Com a proximidade das indústrias das fontes de produção, a logística passa a ser predominantemente de produtos processados. Essa operação cadencia os fluxos de produção, evitando sua concentração nos meses de fevereiro, março, abril e maio, beneficiando os vários elos da cadeia produtiva.

O governo de Goiás mantém sua atitude de seriedade na formulação de políticas públicas e de compromisso com os setores produtivos, estimulando investimentos no adensamento das cadeias produtivas da agroindústria.

A política pública de Goiás para exportação e industrialização de soja e milho, ora implementada pelo governo goiano, proporciona muitos benefícios à sociedade goiana, ao sistema produtivo como um todo e, em especial, garante a continuidade do processo de industrialização que vem sendo construído pelos goianos desde os anos de 1950. Por isso, a Fieg apoia as medidas do governador Marconi Perillo e seus auxiliares em prol da industrialização de Goiás, pelo seu potencial de aumento da geração de emprego e renda para os agentes econômicos e os trabalhadores goianos.

Via O Popular | Antônio Almeida

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